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O Rancho Infantil Cova-Gala é um agrupamento etnográfico de danças e cantares populares inserido nas actividades culturais e recreativas do Clube Mocidade Covense, sedeado na Cova, freguesia de São Pedro, concelho de Figueira da Foz. Foi fundado em 24 de Junho de 2002 pela sua ensaiadora ( Samuela) Maria Samuel Pereira Matias. Já fez várias deslocações ao estrangeiro, mais concretamente a França e à Suiça, tendo sempre recebido muitos aplausos pela população local. Tem recebido todo o apoio familiar, bem como da Junta de Freguesia de S. Pedro e Câmara Municipal da Figueira da Foz. |
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Para nos contactar: |
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Tel: 917 175 058 (Presidente) Fax:
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CLUBE MOCIDADE COVENSE Avenida Remígio Falcão Barreto, 205 Cova / S. Pedro 3090-698 Figueira da Foz - Portugal
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Fundado em 9 de Abril de 1939 |
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As variedades do Clube Mocidade Covense desde alguns anos a esta parte que estão a cargo da excelente ensaiadora Aldina Maria Loureiro Matias. Inscreveu-se de sócia a 2 de Novembro de 2000 e logo começou a trabalhar em prol da Colectividade após ter deixado de prestar os seus serviços no Desportivo Clube Marítimo da Gala, ao qual esteve vinculada durante muitos anos. O seu grupo de trabalho tem sido consistente e o apoio familiar dos mesmos tem sido notável no seu acompanhamento. Ao aproveitar o tema “Reciclagem” com roupas feitas de papel reciclado tem contribuído duma forma positiva para a preservação do ambiente global. |

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O Desporto Jovem foi iniciado na presidência de José Vidal com futebol de salão e basquetebol, muito embora já antes houvesse a prática desportiva de jogos entre equipas amigas de pescadores de outras terras regressados da pesca do bacalhau e ainda outras de não pescadores. Estas equipas eram apoiadas pela Casa dos Pescadores de Buarcos, que gratuitamente nos forneciam alguns equipamentos axadrezados amarelo/castanho ou vermelho/amarelo, com os quais jogávamos. Os jogos de futebol de salão eram realizados num pequeno campo que existia na antiga fábrica da Sidney (onde está hoje parte da habitação social) ou no campo dos ferroviários, a nascente da Estação do Caminho de Ferro. O basquetebol, era praticado num campo pertencente à C.P. chamado de campo dos ferroviários. Os treinos de basquetebol e de futebol de salão eram feitos na sede do CMC. Os treinos do futebol de onze eram feitos em diversos quintais abandonados, e os jogos em casa eram feitos no campo da Colónia Balnear ou no campo de futebol, na altura ainda em construção, que acabou por desistir para dar lugar à Terpex, hoje já demolida, junto e a nascente da hoje habitação social da Gala Sidney. Actualmente, o núcleo jovem da área desportiva organiza esporadicamente uns jogos sazonais, convidando equipas ou grupos de rapazes e raparigas jovens para pequenos torneios que realizam no campo sintético da praia ou no parque de merendas. |
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Torneio Organizado pelo Jornal “O FALA BARATO” |
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O principal recreio no Clube Mocidade Covense foi, durante os seus primeiros anos, as tardes e noites de convívio dançante aos Domingos e Sábados. No início dos anos cinquenta eram os cinemas ambulantes que animavam o Clube nos dias de semana e durante o tempo em que os bacalhoeiros estavam de volta. Com a introdução da televisão, e já em 1957, o Clube Mocidade Covense passou a abrir diariamente durante o período nocturno de emissão, com a entrada paga de cinquenta centavos “sócios” e um escudo “não sócios”, para poderem ver televisão a preto e branco. A grande abertura e expansão do Clube à modernidade e dinâmica foi sem dúvida com a entrada de José Vidal como presidente da Direcção, que levou consigo toda uma equipa de jovens prontos a fazer a diferença, chamada de segunda geração. Em todo no elenco, apenas o Tesoureiro Manuel de Almeida Ricardo e o 2º Secretário da Assembleia Geral João dos Santos Capote pertenciam à geração anterior. Todos os outros agora eleitos eram jovens com menos de vinte e cinco anos. Um dos passatempos culturais foi a aprendizagem do Inglês com aulas gratuitas administradas pelo presidente, no Clube, e a leitura de livros foi substituída pela distribuição ambulante, em frente ao Clube, pela carrinha da Fundação Gulbenkien, mediante requisição temporária de livros. Para além das já citadas, também as representações etnográficas com os seus trajes pessoais eram uma realidade nas marchas da cidade, pelo S. João, bem como nos desfiles de Carnaval. |
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RECREIO
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CLUBE MOCIDADE COVENSE |
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DIVISA: Trabalhar e Instruir |